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TRT da 1ª Região passa por correição dirigida pelo ministro Lelio Bentes

Com jurisdição no Rio de Janeiro, Tribunal recebe correição ordinária até 4/10.

Corregedor-geral encerra correição em Rondônia e Acre

Ele elogiou os resultados do TRT e conheceu projetos sociais.

Ministro Lelio Bentes abre a 9ª Semana Nacional da Execução Trabalhista em Rondônia (RO)

A abertura da 9ª Semana Nacional da Execução Trabalhista na Justiça do Trabalho de Rondônia e do Acre foi marcada ontem (16) pela autuação do primeiro precatório eletrônico. O “click” de confirmação foi feito pelo corregedor-geral da Justiça do Trabalho, ministro Lelio Bentes Corrêa.  Durante a solenidade que aconteceu na sede do Tribunal Regional da 14ª Região, o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que está em Porto Velho (RO) para a correição ordinária,  ressaltou o desafio de todo o Poder Judiciário para diminuir a fila de processos na fase de execução e destacou o esforço promovido pelos Tribunais. "Contamos e continuaremos a contar com o máximo empenho de magistrados e servidores da Justiça do Trabalho nesse desafio", registrou.  Em 2018, a Justiça do Trabalho de Rondônia e Acre se destacou ao movimentar R$ 17,3 milhões em créditos conciliados, tornando-se o primeiro no ranking, na categoria dos tribunais de pequeno port, durante a Semana da Execução. A edição realizada em setembro de 2018 alcançou um novo recorde ao movimentar quase R$ 1 bilhão em todos os Tribunais, superando quase o dobro da 7ª edição.  Conheça mais sobre o trabalho da Corregedoria clicando aqui.  (Com informações da Secom TRT/14) Esta matéria tem cunho meramente informativo. Permitida a reprodução mediante citação da fonte. Secretaria de Comunicação Social Tribunal Superior do Trabalho Tel. (61) 3043-4907 secom@tst.jus.br

Corregedoria-Geral realiza correição no TRT da 14ª Região

A atividade ocorre de 16 a 20/9 em Rondônia e Acre.

Ministro Lelio Bentes encerra correição no TRT da 20ª Região em Sergipe

O corregedor-geral elogiou o trabalho desenvolvido pela Corregedoria Regional.

TRT da 20ª Região (SE) passa por correição esta semana

No período da correição, o ministro receberá desembargadores, juízes de primeiro grau, advogados, associações de classe e demais interessados.

Eficiência da execução trabalhista é tema de Curso de Formação Inicial para juízes do trabalho

Para o Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho, a execução é o grande desafio do Poder Judiciário “Padrões de efetividade” foi o tema da aula ministrada nessa terça-feira (27) pelo professor Thomaz Junqueira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), e pelo promotor de justiça do Espirito Santo Hermes Zaneti Júnior. A atividade faz parte da grade curricular do 25º Curso Nacional de Formação Inicial (CNFI) promovido pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (Enamat). Justiça eficiente          A abertura do painel contou com a participação do corregedor-geral da Justiça do Trabalho, ministro Lelio Bentes Corrêa, que fez um relato sobre o cenário da Justiça do Trabalho com base em dados levantados durante as correições realizadas em 19 Tribunais Regionais do Trabalho desde 2018. O ministro falou sobre a reformulação pela qual passou o site da Corregedoria, que agora publica dados auditados que demonstram o alto desempenho da Justiça do Trabalho e oferece diversas ferramentas de pesquisa que possibilitam uma execução mais eficaz e inteligente.         “Somos a segunda Justiça mais eficiente na execução, após a militar”, afirmou. “Sem dúvidas, a execução é o grande desafio do Poder Judiciário, e a Justiça do Trabalho nunca foi tão produtiva”. Para o corregedor-geral, é fundamental manter esses números de excelência. “Mas temos de humanizar a Justiça do Trabalho, buscando a promoção dos direitos sociais e a valorização da cidadania”, observou. Aos novos juízes, o ministro deixou um recado. “Precisamos tornar a Justiça do Trabalho mais acessível, social e humana para que possamos realizar nossa função constitucional de levar a todos dignidade e justiça”. Retorno social        O promotor Hermes Zaneti Júnior tratou das ações civis coletivas, instrumento introduzido pelo novo Código de Processo Civil, e sobre a relação entre os precedentes vinculantes, os casos repetitivos, o processo coletivo e seus impactos na Justiça trabalhista. “Existe um crescente tratamento coletivo dos conflitos, antes tratados de forma individual, que podem, até reduzir o número de ações, mas aumentará o impacto das ações na vida das pessoas”, avaliou. “A justiça, como serviço público, precisa não só para corrigir o ilícito, mas também dar um retorno social da decisão judicial”. Solução do conflito       O professor Thomaz Junqueira abordou os impactos das decisões do Supremo Tribunal Federal e relacionou a teoria constitucional e a arquitetura básica do controle de constitucionalidade. Para ele, é importante que os magistrados tenham conhecimento das decisões do STF para que possam entender como as decisões da Justiça do Trabalho se relacionam com todo o sistema jurídico e político. “O controle de constitucionalidade se insere em diversos temas fundamentais para o exercício da jurisdição trabalhista, como, por exemplo, a reforma trabalhista, questão ainda com ações pendentes e cujas decisões irão afetar como os juízes devem decidir os casos específicos”, assinalou. “Os magistrados, além de pensarem qual a decisão correta a tomar, precisam saber de que maneira irão solucionar o conflito enquanto o STF decide não decidir”. Trabalho Infantil Na parte da tarde, os juízes participaram do laboratório sobre “Prática de direção e instrução de casos de trabalho infantil”, coordenado pelos juízes Agenor Martins Pereira (TRT8), Konrad Saraiva Mota (TRT7) e Simone Medeiros Jalil (TRT21). (AS/CF)

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