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Encerrada a correição ordinária no TRT da 6ª Região (Pernambuco) - Corregedoria

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Encerrada a correição ordinária no TRT da 6ª Região (Pernambuco)



Foi encerrada na manhã de hoje (12/9), com a leitura da Ata, a correição ordinária realizada no TRT da 6ª Região.

Durante a Correição, o ministro corregedor-geral reuniu-se com os desembargadores, visitou as instalações do Tribunal, da Corregedoria Regional e da Escola Judicial e recebeu em audiência desembargadores, o presidente da AMATRA VI, juízes de 1º grau, advogados, entidades de classes representativas dos servidores do Tribunal Regional do Trabalho, partes processuais e membros do Ministério Público do Trabalho.

Destacou que a atividade itinerante, embora pouco expressiva, diante da extensão territorial da 6ª Região, necessita ser fomentada em todo o Estado de Pernambuco, procurando o Tribunal Regional meios de levar a jurisdição a zonas desassistidas, como o sertão pernambucano, principalmente quando se verifica que as regiões de Sertânia e Floresta são atendidas apenas e tão somente por postos avançados.

O ministro Brito Pereira destacou como boas práticas adotadas na 6ª Região o Programa de Gestão de Pessoas por Competências e, no aspecto judicial, a implantação na 1ª Vara do Trabalho de Caruaru da modalidade eletrônica de leilão, instituindo a interiorização do leilão eletrônico, medida que deve ser estendida para toda a região.

Também destacou a iniciativa da Escola Judicial de desenvolver projeto de treinamento à distância, inicialmente previsto para capacitação dos servidores em PJe-JT, mas que atende perfeitamente à capacitação de magistrados e servidores.

O corregedor-geral frisou ser importante a adoção de medidas efetivas para dotar o 1º grau de melhor estrutura, tanto no aspecto físico quanto no de pessoal, sem descurar das exigências constantes da Resolução 63/2010 do CSJT.

Brito Pereira manifestou grande satisfação ao constatar que o sistema do PJe-JT se encontra instalado no Tribunal e na totalidade das varas do trabalho da Região e que, segundo informações provenientes do sistema e-Gestão, os prazos médios contados do ajuizamento da ação até a prolação da sentença têm diminuindo em relação aos apurados no processo físico.

Mereceu destaque a solução de redundância na comunicação de dados adotada na 6ª Região, com o emprego de canais VPN, já homologada na 2ª Vara do Trabalho de Palmares e na 3ª de Petrolina, e que será estendida às demais varas do trabalho da Região.

Mencionou que a Corregedoria Regional da 6ª Região tem revelado uma atuação efetiva e constante na busca do cumprimento dos prazos processuais pelos juízes de 1º Grau.

Reconheceu o corregedor-geral que o Tribunal vive perfeita harmonia entre seus membros e vem desenvolvendo esforços para garantir a celeridade processual e, em consequência, observar o princípio da duração razoável do processo.

Por fim, concedeu entrevista à imprensa local.

 

(Laura Maria Silva Cravo/fotos: CGJT)

Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho oficial.

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