Prêmio de Jornalismo

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Pedidos de informação e entrevistas podem ser feitos diretamente à Coordenadoria de Editoria e Imprensa (CEIM) pelo telefone (61) 3043-4907 ou pelo email secom@tst.jus.br

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Lista de Transmissão
Também é possível solicitar inclusão de número de telefone móvel na lista de transmissão criada para envio de informações à imprensa por WhatsApp. (Cadastre seu telefone)

Fotografia
A SECOM faz registros fotográficos diários das sessões de julgamento, eventos e reuniões. As fotos relativas a eventos públicos são disponibilizadas no Flickr. Também é possível acompanhar os cliques pelo Instagram.

Redes Sociais
Todas as notícias publicadas no portal do TST também são divulgadas no Facebook e Twitter. Para acompanhar, basta curtir ou seguir os perfis.

Sessões ao Vivo
Todas as sessões de julgamento do TST são filmadas e transmitidas ao vivo pelo site do TST, podendo qualquer interessado assistir em tempo real. Os julgamentos das Sessões do Tribunal Pleno e do Orgão Especial também são transmitidos pelo canal do TST no Youtube.

Televisão
A Coordenadoria de Rádio e TV (CRTV) produz dois programas de televisão com conteúdos relacionados ao Direito do Trabalho - Revista TST e Jornada. As produções são exibidas semanalmente pela TV Justiça, mas emissoras públicas e comunitárias que tiverem interesse em veicular os programas podem firmar termo de parceria. Clique aqui.

Rádio
O TST produz boletins e reportagens de rádio, veiculadas na Rádio Justiça, e disponibilizadas no site para utilização também por emissoras públicas e comunitárias. Emissoras interessadas em receber material em áudio, podem se cadastrar aqui.

Interessados terão até 1º de agosto para participar do concurso. A cerimônia de premiação, que divulgará os vencedores, acontece em 5 de outubro. 
 

Arte alusiva ao 2º Prêmio Justiça do Trabalho de Jornalismo

Arte alusiva ao 2º Prêmio Justiça do Trabalho de Jornalismo

18/06/21 - O Tribunal Superior do Trabalho promoverá, como parte das celebrações dos 80 anos de instalação da Justiça do Trabalho no Brasil, o 2º Prêmio Justiça do Trabalho de Jornalismo. As inscrições são gratuitas e poderão ser realizadas até o dia 1º de agosto.

Para se inscrever, os interessados devem acessar a página Prêmio Justiça do Trabalho de Jornalismo e, em seguida, o menu lateral esquerdo “inscrição”, para preencher a ficha. Na sequência, ela deve ser enviada com todos os elementos descritos no item 6.2 do edital (cópia do documento de identidade, material jornalístico correspondente, cópia do documento de registro ou inscrição profissional reconhecida pelo Ministério do Trabalho ou órgão equivalente e ficha de inscrição preenchida e assinada).

Habilitação dos trabalhos

Conforme o cronograma de fases do concurso (Anexo 1 do edital), após o encerramento das inscrições, serão realizadas, nos dias 2 e 3 de agosto, a habilitação e a validação dos trabalhos inscritos. A divulgação das inscrições deferidas está programada para 6 de agosto. Após essa etapa, será aberto prazo para interposição de recursos e análises.

No período de confirmação das inscrições e da validação dos trabalhos, será enviado e-mail para ratificar a participação e informar o número de registro. O profissional inscrito que não receber o e-mail de confirmação da inscrição poderá contatar a Comissão Especial pelo endereço eletrônico premiojornalismo@tst.jus.br, para obter informações.

Prêmio de jornalismo

O 2º Prêmio Justiça do Trabalho de Jornalismo tem por finalidade estimular e valorizar a produção de trabalhos jornalísticos que promovam a reflexão e a conscientização sobre o trabalho e suas relações, além de reconhecer a importância da imprensa na difusão de informações relevantes para a sociedade.

A cerimônia de premiação, com a revelação dos vencedores, será realizada em 5 de outubro deste ano. Os primeiros colocados de cada categoria receberão R$ 10 mil. A edição 2021 premiará reportagens com o tema “Justiça do Trabalho: a importância e os avanços da Justiça Social” e abrangerá conteúdos que evidenciem, pelo menos, um dos seguintes temas: evolução histórica da Justiça do Trabalho no Brasil; conscientização da sociedade sobre a existência e a importância do Judiciário trabalhista; Justiça do Trabalho como instrumento da Justiça Social; avanços e transformações dos direitos trabalhistas; valorização da Justiça do Trabalho na construção da cidadania; Justiça do Trabalho em tempos de pandemia; e relação entre Justiça do Trabalho e desenvolvimento econômico.

(VC/RT)

Leia mais:

3/5/2021 - TST lança edital do 2º Prêmio Justiça do Trabalho de Jornalismo

A medida leva em conta o risco de contaminação e de disseminação da Covid-19 no transporte público.

Trens do Metrô-DF

Trens do Metrô-DF

24/04/21 - A presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministra Maria Cristina Peduzzi, determinou, nesta sexta-feira (23), a manutenção do funcionamento de 80% dos trens da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) nos horários de pico, durante a greve dos metroviários. Embora o direito de greve seja garantido também nas atividades essenciais, a ministra ponderou que o atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade não pode ser desvinculado do contexto atual, “em que o grau de funcionamento do transporte afeta diretamente o risco de contaminação e disseminação do novo coronavírus".

Greve

O movimento teve início na segunda-feira (19), motivado pelo corte do auxílio-alimentação e pelo alegado descumprimento de condições previstas em normas coletivas. Por determinação do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região, foram mantidas 60% das operações em horários de pico e 40% em horas normais.

Aglomerações

No pedido de suspensão de liminar apresentado no TST, o Metrô-DF sustentou que o aumento dos trens em circulação é necessário para assegurar o distanciamento social entre os usuários. Segundo a empresa, a tutela deferida pelo TRT não permite a operação com segurança, “diante das atuais aglomerações intensas”. A pretensão era o retorno da totalidade dos operadores em greve ou, subsidiariamente, a manutenção de 80% do funcionamento no período de pico e de 60% no período diário.

Direito de greve

No exame do pedido, a ministra observou que a determinação de retorno integral dos trabalhadores inviabilizaria o exercício do direito fundamental à greve (artigo 9º da Constituição da República), o que é incompatível com o ordenamento jurídico brasileiro. “A existência da pandemia não pode ser invocada como meio de eliminar o exercício de direitos humanos fundamentais”, afirmou.

A presidente do TST lembrou que o exercício do direito de greve pode estar sujeito a limitações e restrições previstas em lei, mas não pode ser suprimido. Assinalou, ainda, que a Lei de Greve (Lei 7.783/1989) não proíbe o exercício do direito em atividades essenciais. “Pelo contrário, apenas estabelece requisitos mais rígidos, como a necessidade de manutenção de funcionamento mínimo”, explicou.

Saúde pública

Por outro lado, a ministra ponderou que grande parcela da população economicamente ativa, que integra a maioria dos usuários do transporte coletivo, ainda não teve acesso à vacina, e a manutenção dos percentuais determinados pelo TRT também representaria risco de grave lesão à saúde pública. “A questão revela-se ainda mais grave diante do alto nível de ocupação dos serviços de saúde e da constatação de que a vacinação ainda se mantém apenas nos grupos prioritários”, concluiu.

(CF/TG. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

Processo: SLS-1000688-85.2021.5.00.0000

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