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TRT/RJ sedia evento de combate à exploração sexual de criança

(12/005/2017)

A data 18 de maio marca o Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Com o objetivo de sensibilizar e mobilizar a sociedade para o tema, o Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e de Proteção ao Trabalho Adolescente - formado por diversas instituições, entre elas, o Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT/RJ) - realiza o Seminário em Alusão ao 18 de maio, na mesma data, das 9h30 às 13h30, no auditório do Prédio-Sede do Regional fluminense (Av. Presidente Antônio Carlos, 251, 4º andar, Rio de Janeiro).

Durante o evento, especialistas discutirão as estratégias de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes, os avanços e desafios, o papel da educação, a atuação dos órgãos públicos e outros aspectos do tema. O evento é gratuito e aberto a toda sociedade civil. Não há inscrição prévia. 

"Esse tema está atualmente em evidência em razão de notícias veiculadas pela grande imprensa, dando conta do trabalho infantil que, na maioria das vezes, expõe a exploração sexual de menores", observa o gestor Gestor Regional de Segundo Grau do Programa Nacional de Combate ao Trabalho Infantil e de Estímulo à Aprendizagem, desembargador José Luis Campos Savier. 

SOBRE O FEPETI/RJ

O Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e de Proteção ao Trabalho Adolescente (Fepeti/RJ) faz parte do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), uma instituição formada por 48 entidades relacionadas com políticas e programas de prevenção ao trabalho infantil. Além dos 27 fóruns estaduais, fazem parte do FNPETI representantes do governo federal, trabalhadores, empresários, ONGs, Poder Judiciário e instituições internacional como OIT e Unicef.

18 DE MAIO

A data foi instituída Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual de Crianças pela Lei Federal 9.970/2000, em decorrência do "Caso Araceli". No dia 18 de maio de 1973, uma menina de 8 anos foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada no estado do Espirito Santo. Seu corpo apareceu seis dias depois, carbonizado e os seus agressores, jovens de classe média alta, nunca foram punidos.

Fonte: TRT1