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Corregedor-geral conhece ações locais de combate ao trabalho infantil e de prevenção a acidentes no trabalho

(27/02/2019)

As ações locais relacionadas aos programas nacionais de Prevenção de Acidentes de Trabalho e de Combate ao Trabalho Infantil foram apresentadas, na manhã desta terça-feira (26), ao corregedor-geral da Justiça do Trabalho, ministro Lélio Bentes Corrêa, que realiza até a próxima sexta (1º) a correção ordinária no TRT de Mato Grosso.

Os trabalhos foram apresentadas pelos gestores regionais, juízes Ângelo Cestari e Graziele Lima (Trabalho Seguro) e desembargador Edson Bueno e juiz Ivan Tessaro (Trabalho Infantil).

O TRT de Mato Grosso promove eventos e desenvolve ações com foco na diminuição desses casos, que são sensíveis à Justiça do Trabalho dado o impacto social e também o reflexo direto no número de ações judiciais.

Entre os trabalhos estão palestras em canteiros de obras e escolas e mesmo a realização de eventos de sensibilização, a exemplo da Corrida do Trabalho, que abordou os assuntos nas duas edições já organizadas (2016 e 2018). Soma-se a isso ainda o desenvolvimento de dois jogos educativos, disponibilizados em ações sociais junto à comunidade.

O ministro-corregedor se mostrou um entusiasta dos programas de prevenção de acidentes e pela erradicação do trabalho infantil e destacou a importância deles socialmente.

Correição

Lélio Bentes está desde segunda-feira (25) conduzindo a correição ordinária no TRT, realizada a cada dois anos.

A agenda do corregedor no Tribunal inclui encontro com desembargadores, juízes, servidores, representantes da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional de Mato Grosso (OAB/MT), de sindicatos, associações e do Ministério Público do Trabalho (MPT). Nesta quarta-feira, ele receberá o público em geral, mediante agendamento.

As atividades desta terça-feira incluíram ainda a visita do ministro-corregedor as instalações do Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Disputadas (Cejusc) do Tribunal. Ele conheceu a estrutura da unidade, responsável por desenvolver ações de promoção da conciliação.

 

Fonte: TRT 23