Publicador de Conteúdos e Mídias

null Programa Jovem Aprendiz promove inclusão e experiência de mercado a estudantes em Pernambuco

Os estudantes são da comunidade do Pilar, em Recife, ou integrantes da Orquestra de Câmara do Alto da Mina, comunidade de Olinda.

Experiência, aprendizado e inclusão. Essas são algumas das bases do Programa Jovem Aprendiz (Lei 10.097/2000), que conta com a parceria do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (PE) desde 2018. Entre dezembro deste ano e janeiro de 2021, sete jovens estarão concluindo seus estágios na função de auxiliar no órgão. Os estudantes são da comunidade do Pilar, em Recife, ou integrantes da Orquestra de Câmara do Alto da Mina, comunidade de Olinda.

Eliane Remígio, da Coordenadoria de Gestão Estratégica e supervisora dos jovens Rhuan Pedro e Ronaldo Wesley, considera “que o projeto contribui para transformar a realidade social. O TRT abre as portas para acolher e proporcionar experiência profissional e pessoal para jovens, despertando o protagonismo, a curiosidade e a possibilidade de realização de sonhos.”

Atuando na 1ª Vara do Trabalho de Olinda, sob a supervisão do servidor Rodrigo Teixeira, diretor de Secretaria da unidade, Pedro Henrique Oliveira achou a experiência muito válida. “Aprendi muitas coisas que nunca imaginei aprender. Na minha formação profissional, aprendi a mexer em computador, como digitação, usar Word, o Excel. Na formação pessoal, esse tempo de contrato me fez ficar mais responsável e centrado no que eu faço, ajudou no meu comportamento e coisas do tipo.”

E o Rodrigo entende bem a responsabilidade dos orientadores do projeto. “Nosso papel não é fazer dele o melhor digitalizador ou arquivista do mundo. É incutir nele a importância do estudo, de ter um comportamento ético. Estar consciente de que, com o fruto do seu trabalho, pode se tornar uma pessoa produtiva na nossa sociedade.”

Quem arremata bem os resultados buscados pelo Jovem Aprendiz é Raimundo Nonato, da Coordenadoria de Licitações e Contratos, supervisor da estudante Izadora Maria. “O projeto abre novos horizontes para essas crianças e lhes dá perspectivas, faz brotar justas esperanças de que podem (e devem) ocupar um digno espaço na sociedade.”

Fonte: TRT da 6ª Região (PE)