Publicador de Conteúdos e Mídias

null Live promovida pelo TRT-5 (BA) sobre trabalho infantil está disponível no Instagram

A transmissão abordou sobre os principais obstáculos na fiscalização do trabalho infantil na pandemia

20/07/2021- A live “Desafios de fiscalização e enfrentamento do trabalho infantil na pandemia” realizada no perfil do Instagram do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA) na última terça (13/7) já está disponível na rede social do Regional.

A conversa entre a juíza Viviane Martins, gestora regional do Programa de Combate ao Trabalho Infantil e Estímulo à Aprendizagem da Justiça do Trabalho no TRT-5, e o auditor-fiscal do Trabalho Antônio Ferreira Inocêncio Neto, que coordena a área de combate ao trabalho infantil na Superintendência Regional do Trabalho da Bahia (SRT/BA), foi realizada como forma de marcar o aniversário de 31 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O evento virtual contou com um público de 40 pessoas acompanhando simultaneamente ao vivo e um alcance de 464 contas na rede social.

Importância do ECA

Durante a live, a magistrada contextualizou a importância da data de aniversário do ECA e afirmou que “o encontro que estamos fazendo é uma forma de promover essa conversa qualificada para a sociedade”. Já o auditor-fiscal do Trabalho explicou o trabalho de fiscalização. Segundo ele, houve um aumento do trabalho infantil durante a pandemia, concentrado principalmente no trabalho informal “é visível isso, existe uma grande concentração de crianças se arriscando nos trabalhos nas ruas”, disse. Para Inocêncio Neto, o trabalho infantil é um tema complexo, com raízes diversas, inclusive em fatores culturais e na desigualdade social e econômica.

De forma dinâmica, os participantes responderam perguntas do público. Para ambos, o senso comum acha que o trabalho infantil é uma proteção, mas na verdade é uma exposição.

A denúncia ao trabalho infantil pode ser feita no Disque 100 ou de outras formas que você encontra no https://www.tst.jus.br/web/trabalho-infantil/denuncias.

Fonte: TRT da 5ª Região (BA)