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Núcleo de Acessibilidade promove a inclusão de servidores e colaboradores com deficiência mental

O Tribunal possui 60 servidores e 11 prestadores de serviço com algum tipo de deficiência, entre elas, a mental, que pode ser deficiência intelectual ou paralisia cerebral. O Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NACIN) orienta a respeito de como deve ser o atendimento a pessoas com limitação em sua capacidade mental.

Pessoas com deficiência intelectual ou deficiência cognitiva costumam apresentar certa dificuldade para resolver problemas, entender ideias abstratas (como a noção de tempo e de valores), estabelecer relações sociais, compreender e obedecer regras e, até mesmo, realizar tarefas comuns do dia a dia, como as de asseio, por exemplo.

A paralisia cerebral é ocasionada por uma lesão que pode acontecer antes do parto, mas que também surge no momento em que a criança está nascendo ou mesmo depois. Ela causa falta de controle sobre os músculos do corpo.

Entre as orientações passadas pelo NACIN estão coisas simples, como não ignorar o deficiente mental. Devemos cumprimentá-los e nos despedir como faríamos com qualquer outra pessoa. Também não é preciso superproteger essas pessoas e deixá-las realizar algumas tarefas. Quanto às pessoas que têm paralisia cerebral, devemos lembrar que o cérebro não controla alguns dos movimentos, o que pode gerar expressões estranhas no rosto. Aja naturalmente em relação a isso.

Outra dica interessante é nunca subestimar as pessoas com deficiência mental. Elas podem nos surpreender. Devemos somente levar em conta que seu ritmo pode ser, em geral, mais lento que o nosso, mas isso não quer dizer que são incapazes.

O colaborador terceirizado Josiel Lopes de Queiroz que trabalha na Coordenadoria de Material e Patrimônio (CMAP) possui leve deficiência em sua capacidade cognitiva. Guilherme Felipe da Silva, supervisor da Seção de Conservação, onde Josiel está lotado, conta que o colaborador desempenha bem seu serviço. “Não percebo nenhuma diferença, por que ele se empenha muito e dá conta do serviço que lhe é atribuído”, explica Guilherme.

(Loester/TG)


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