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null TST homenageia servidores com deficiência

Para comemorar o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência nesta terça-feira (3), o TST reuniu os cerca de 70 servidores que têm algum tipo de deficiência e seus respectivos gestores. Além de conhecerem melhor as ações implementadas durante o ano no Tribunal para promover a acessibilidade e a inclusão, eles foram homenageados com a leitura de poemas e de textos motivacionais.

 

Ações

Durante 2019, o TST ganhou várias novidades para aumentar a inclusão dos servidores e das demais pessoas com deficiência. Toda a sinalização foi renovada, e o Tribunal agora conta com mapas táteis de localização, piso tátil em todos os andares, textos em braile e placas áreas, para não impedir a circulação pelos corredores.

Os elevadores ganharam sinais sonoros e numeração de andares em braile, os meios-fios foram rebaixados e rampas de acesso foram construídas em vários locais. Os balcões da recepção nos blocos A e B, além dos coletores de ponto eletrônico, foram rebaixados para atenderem aos cadeirantes. 

Empenho

O presidente do TST, ministro Brito Pereira, destacou que as ações desenvolvidas este ano foram pensadas para melhorar ainda mais a qualidade de vida desses servidores, que tanto contribuem para o Tribunal. “Manter o ambiente de trabalho saudável é um projeto permanente, e continuaremos focados nisso”, afirmou. “Os servidores com deficiência são sempre muito empenhados, e nós, da administração do Tribunal, também temos de nos empenhar para lhes dar o melhor ambiente de trabalho possível”.

Legislação

Segundo o presidente da Comissão de Acessibilidade e Inclusão do TST, ministro Alberto Bresciani, a preocupação com as pessoas com deficiência é recente no mundo (ela foi formalizada em 1948, quando a Organização das Nações Unidas aprovou a Declaração Universal dos Direitos Humanos), mas é um tema que não pode mais sair da pauta. “Nossa Constituição da República de 1988 traz uma série de artigos que coloca as pessoas com deficiência como iguais e proíbe qualquer tipo de discriminação, inclusive no mercado de trabalho”, assinalou, lembrando que o tema é tratado, ainda, na Resolução 230/2016 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Trabalho

A servidora Elis Mainardi trabalha no TST há nove anos, no gabinete do ministro Cláudio Brandão. Ela diz que, desde o início, se sentiu incluída e pôde desempenhar suas tarefas como analista judiciária. “Não adianta falar que você quer tratar as pessoas igualmente se você não der as condições para que elas tenham a mesma realidade que os outros”, destacou. “No gabinete do ministro Brandão, sempre encontrei todas essas condições”.

Para Fernanda Smizmaul Paulino, chefe de gabinete do ministro Cláudio Brandão, trabalhar com Elis tem ensinado a todos no gabinete. “Ela se integra de maneira plena com a equipe, desempenha seu papel profissional com competência e nos ajuda a alcançar nossas metas, além de nos inspirar como pessoa”, disse.

Estudo

Preocupado com a inclusão das pessoas com deficiência, o ministro Cláudio Brandão resolveu estudar mais a fundo o tema em seu doutorado. “É um universo com o qual eu não tinha contato próximo”, observou. “As leituras me permitiram conhecer mais o trabalho de pessoas que vêm atuando na inclusão das pessoas com deficiência, mas uma inclusão com igualdade de oportunidades, que é uma conquista da humanidade”.  

Metas

Para 2020, devem ser concluídas as reformas nos banheiros do Tribunal e a contratação de interpretação em libras, audiodescrição e legendagem para eventos de grande porte. 

(Juliane Sacerdote/CF)

Rodapé das Páginas do NAI


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