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Audiência de conciliação entre Banco do Brasil e sindicato sobre novo plano de funções termina sem acordo

Terminou sem acordo a audiência de conciliação realizada no Tribunal Superior do Trabalho entre o Banco do Brasil e o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários dos Estados do Pará e do Amapá. A categoria contesta as regras do novo plano de funções implantado pelo banco.

A ministra Maria de Assis Calsing trouxe para a mesa de negociação os pontos mencionados na sentença da 7ª Vara do Trabalho de Belém questionados pelo sindicato da categoria. As questões relacionadas ao plano de funções do Banco do Brasil foram todas esclarecidas pelos representantes da empresa, que se comprometeram a não impor como condição aos empregados com funções de confiança a adesão ao novo plano de funções implantado em janeiro de 2013.

A categoria até acenou uma possibilidade de acordo, mas não seguiu adiante. O impasse ficou por conta das novas regras para os empregados que desejam assumir funções gratificadas. Pela proposta, os trabalhadores seriam beneficiados com a redução de jornada: trabalhariam duas horas a menos, com a redução da jornada de oito para seis horas de trabalho diárias, mas por conta disso, também receberiam remuneração menor. Teriam um corte salarial de cerca de 17%. 

Durante a audiência, o Banco do Brasil garantiu que os empregados que optarem pelo plano anterior terão todos os benefícios garantidos. E as mesmas oportunidades de concorrer à promoção que os colegas que aderirem ao novo plano. O banco também informou que todas as regras e as principais dúvidas sobre o termo de opção já estavam disponíveis no site da empresa. Uma nova redação do documento foi proposta pela ministra relatora e será levada para a apreciação da categoria nos dois estados.

 

 




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