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Ministro Levenhagen recebe coordenador da campanha "Legalize Aprendiz"



O presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministro Barros Levenhagen, recebeu hoje em audiência o Coordenador de Desenvolvimento Institucional da Fundação Roberto Marinho, Marcelo Bentes. Na última semana o TST firmou o apoio à campanha "Legalize Aprendiz", lançada pela fundação com o objetivo de sensibilizar a sociedade e empresários sobre a importância de oferecer oportunidades de inserção de aprendizes no mercado de trabalho.

Durante o encontro, o ministro louvou a iniciativa da Fundação Roberto Marinho de desenvolver o programa voltado para a contratação de aprendizes. Observou que havia autorizado a divulgação do programa pelos canais de comunicação do TST por entender que ele que vem ao encontro do papel institucional do Tribunal, "que não poderia ficar alheio a estas inciativas de cunho social". Para Levenhagen, a contratação de aprendizes conforme determina a Lei da Aprendizagem (Lei 10.097/2000) é "fundamental para o futuro do país".

Marcelo Bentes salientou que o apoio do TST é fundamental, na medida em que as empresas, ao constatarem este apoio, "começam a ver o movimento Legalize de outra forma, dando a ele maior respeitabilidade e atenção". Segundo o coordenador do programa, atualmente existem cerca de 1,2 milhões de cotas de aprendizagem no país, e somente 328 mil jovens contratados como aprendizes. "As empresas precisam entender que a Lei da Aprendizagem precisa ser cumprida", afirmou.

Legalize aprendiz

A proposta do movimento é sensibilizar as empresas, a sociedade e os jovens acerca da importância da aprendizagem. O coordenador explica que a contratação de um jovem tem impacto em toda a sua família, pois ele muitas vezes é o primeiro membro da família com carteira assinada. "Quando se dá a oportunidade para um jovem aprendiz fazer parte da coletividade, a gente tem certeza que está mudando a história desta família, pois se dá a ela um futuro sólido", assinalou.

O jovem, para ingressar no programa, precisa estar cursando ou ter concluído a educação básica. Dessa forma, a contratação de um aprendiz funciona como fator de retenção do jovem na escola, evitando a evasão escolar e diminuindo o trabalho infantil -  além de permitir que as empresas formem novos talentos para os seus quadros no futuro.

As empresas interessadas em contratar um aprendiz ou entender mais sobre a Lei da Aprendizagem podem acessar o site do Ministério do Trabalho e Emprego ou o site do Movimento Legalize.

(Taciana Giesel/CF. Foto: Fellipe Sampaio)

Assista ao vídeo da campanha: 

Inscrição no Canal Youtube do TST